terça-feira, 23 de maio de 2017

Lançamentos DarkSide - Graphic Novel

 ATENÇÃO ! NOTICIA URGENTE
Plantão caveirinha informa novos lançamentos trevosos por aí
Agora em forma de quadrinhos !
 
 

 Será possível identificar os traços de personalidade de um assassino antes mesmo que
ele comece a matar? Imagine descobrir que um amigo seu de escola acabou se transformando
num dos mais temidos serial killers do século? Essa é a história real que o
quadrinista Derf Backderf relata na graphic novel Meu Amigo Dahmer.
Meu Amigo Dahmer traz o perfil do psicopata Jeff Dahmer quando este ainda era um
aluno do ensino médio. O autor do livro foi seu colega de turma nos anos 1970, e conviveu
com o futuro “canibal de Milwaukee” com uma intimidade que Dahmer talvez
só viesse a compartilhar novamente com suas vítimas. Juntos, Derf e Dahmer estudaram
para provas, mataram aula, jogaram basquete.
Os dois tomaram rumos diferentes, e Derf só voltaria a saber do amigo pelo noticiário,
anos depois. Em 1991, os crimes de Jeffrey Dahmer vieram à tona: necrofilia,
canibalismo e uma lista de pelo menos 17 mortos, entre homens adultos e garotos. O
primeiro assassinato teria acontecido meses após a formatura no colégio.Mas quem realmente poderia
prever os caminhos sombrios pelos quais ele seguiria? Seria possível evitar tamanha
tragédia? Leia e tente tirar suas próprias conclusões.



Fragmentos do Horror é uma coleção de histórias curtas, perfeitas para quem quer
experimentar o que essa mente tão delirante é capaz de produzir. Ito-san oferece ao
leitor nove encontros com o desconhecido. Cada quadrinho pode ser fatal, cuidado!
Entre as histórias da coletânea, temos uma mansão velha de madeira que gira sobre
seus habitantes. Uma turma de dissecação com um assunto nada comum. Um funeral
em que os mortos definitivamente não são postos para descansar. Variando do aterrorizante
ao cômico, do erótico para o repugnante, essas histórias apresentam o retorno
de Junji Ito há muito aguardado para o mundo do horror.
Fragmentos do Horror faz parte da nova coleção DarkSide® Graphic Novel Tokyo Terror
e, como todos os títulos da Caveirinha, vem numa caprichosa edição em capa
dura. A tradução foi feita diretamente do japonês e a publicação segue a orientação
original, da direita para a esquerda — como tem que ser.
Para quem curte quadrinhos, terror e cultura oriental, Fragmentos do Horror é uma
grande pedida. E para quem é fã de mangá, não tem nem o que discutir: mestre Junji
Ito é obrigatório. 

E essa roubou meu coração :


 Esqueça tudo o que você já ouviu falar sobre bruxas; quase todas as informações devem
estar erradas, de qualquer forma. Aquilo que você aprendeu na escola — que, por
séculos, centenas de pessoas foram queimadas, torturadas, perseguidas e assassinadas
por bruxaria — é um fato. O que ninguém contou para você é que essas pessoas
morreram para proteger uma terrível realidade escondida dos meros mortais: bruxas,
bruxas de verdade, existem e estão por aí. Elas são criaturas muito mais perversas e
diabólicas do que você poderia pensar — e, portanto, muito mais assustadoras. Ver
uma é coisa rara; sobreviver a elas é mais raro ainda.
É por isso que quando a família Rook se muda para Litchfield, uma remota cidadezinha
de New Hampshire, tentando escapar de uma experiência horrível ao recomeçar
do zero, eles não entendem que algo sinistro vive nas florestas ao redor da cidade.
Algo que os observa, esperando apenas por uma oportunidade. Algo muito antigo...
e voraz. Você até pode conseguir feitiços e milagres delas, mas, para isso, vai precisar
pagar o preço. Pai e filha vão descobrir que recomeçar pode ser bem mais difícil quando
há uma conspiração secular que envolve a sua família em curso.
Com reviravoltas chocantes e uma arte de arregalar os olhos, capaz de combinar medo
e beleza, esta é uma obra sobre bruxas que deve ser levada a sério. Scott Snyder já provou
suas habilidades como roteirista durante seu tempo escrevendo as hqs do Batman,
uma das fases do herói mais aclamadas pela crítica e pelo público nos últimos tempos.
Para esta série, ele chama o desenhista Jock, que além de também ter trabalhado em
Batman, fez artes conceituais para Star Wars — Os Últimos Jedi e o filme ganhador
do Oscar Ex_Machina: Instinto Artificial. Com isso, Wytches extrapola a mitologia das
bruxas em algo muito mais profundo e amedrontador do que os leitores estão acostumados.

 Me diz aí se você ficou empolgada assim como eu com essas novidades !


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Como fazer o Baby Groot


 Hey Hey Pessoas

Quem aí quer aprender a fazer esse bebe vai fofineo das galágias?
Então aperta o play e vem prender a fazer esse baby Groot de biscuit :




quinta-feira, 27 de abril de 2017

Estante de Caixão


Olar pessoas 
Hoje vim mostar para vocês o passo a passo dessa estante de caixão
No video conto como fiz, todas as gambiarras e erros que acabei fazendo kkk





quinta-feira, 13 de abril de 2017

A guerra que salvou a minha vida



A guerra que salvou a minha vida é o mais novo livro da coleção Darklove e como se nota pela capa pela doçura e delicadeza, já se tem uma noção de como está esse livro por dentro ... só que com muita muita emoção a mais



Então a editora concedeu um pouquinho da entrevista que alguns parceiros fizeram com a autora Kimberly Brubaker Bradley vem ver :


A Segunda Guerra Mundial foi um período muito triste na história da humanidade, mas algumas pessoas conseguiram encontrar uma maneira de se animar nesse momento. A Ada parece ser uma dessas pessoas. Você pode nos contar um pouco sobre a personagem e como foi o processo de criação da voz da Ada?

A voz da Ada foi a parte mais difícil de acertar no livro e me tomou muito tempo. Os leitores precisavam perceber que enquanto as circunstâncias pelas quais a Ada estavam passando eram horríveis, ela em si era uma pessoa muito forte, inteligente e engenhosa. Foram muitas tentativas de reescrevê-la – algo em torno de seis rascunhos para a primeira apresentação do primeiro capítulo.

Você escreveu A Guerra que Salvou a Minha Vida para crianças, mas é muito fácil encontrar resenhas em blogs e sites especializados em literatura de adultos que foram tocados pela história. Por que você acha que a história de Ada conseguiu emocionar leitores de idades tão variadas?

Eu não sei ao certo. Eu concordo que é verdade, muito mais do que qualquer um dos meus livros anteriores, este também tem um apelo com os adultos. Talvez seja porque todos nós ansiamos por amor, reparação e família.


A protagonista do livro é uma criança com deficiência. Você tem recebido retorno de pessoas com deficiência? Elas se identificaram com Ada de alguma forma?

Sim, de fato, nos Estados Unidos, esse livro ganhou o prêmio Schneider Family Book, por melhor retratar uma criança com deficiência. Dr. Schneider, quem começou a premiação, nasceu cego e cresceu bastante frustrado por ver como pessoas com deficiência eram descritas nos livros. Também soube que muitos leitores com diferentes níveis de restrição física, alguns adultos, outros crianças, e qualquer pessoa que tenha lido acharam [o livro] muito positivo. Eu não minimizo a condição de Ada, mas também não deixo que a defina.





Naquela época e ainda hoje muitas pessoas com deficiência não totalmente são integradas na comunidade em que vivem por ignorância, omissão ou preconceito das pessoas ao seu redor, mas por que você escolheu retratar isso na mãe de Ada?

Eu queria que Ada fosse libertada pela guerra, o que significava que eu precisava começar com ela em uma prisão. Se ela tivesse uma família que a amasse, ela não sentiria necessidade de escapar.


Além da Segunda Guerra Mundial, quais histórias você leu, conheceu ou procurou que lhe ajudaram a construir a trajetória de Ada, sua família, sua condição física e emocional?

Eu passei um longo tempo lendo sobre crianças de lugares difíceis - de refugiados a vítimas de abuso a crianças adotadas em orfanatos internacionais - para entender o coração de Ada. Eu também li bastante sobre pé torto. As informações sobre os cavalos eu já meio que sabia.


Em geral, quando falamos de guerra, associamos com dor, com morte. Como essa associação entre guerra e salvar a vida de uma pessoa aconteceu?

A evacuação das cidades inglesas foi uma grande empreitada; eles deslocaram 3 milhões delas para o interior, em dois dias. Foi imensamente traumático para a maioria delas, pois diziam, essencialmente, que elas estariam em segurança - ainda que com completos estranhos - enquanto seus pais ficavam em casa para serem bombardeados. Mas comecei a pensar: e se o oposto acontecesse? E se a evacuação fosse a melhor coisa a acontecer na vida de uma criança? Quem seria ela?




 Seu primeiro livro foi publicado em 1998, certo? E você sempre escreveu para um público jovem. Você sentiu uma mudança ou diferença nos últimos 5-10 anos no jeito que os autores se conectam com os leitores – especialmente os jovens?

Sim e eu acho isso incrível. Uma vez, uma escola de inglês da Mongólia me ligou no Skype para conversar sobre meu livro. Eles só tinham uma cópia e ficavam passando de mão em mão – foi algo muito legal – e aqui mesmo nos EUA, graças à Internet, eu consigo conversar com escolas e lugares que eu não conseguiria visitar. Eu gosto muito e acho ótimo para as crianças. Eu adoraria ter tido essa chance quando eu era criança.



Nós leitores sempre aprendemos muito com os livros que lemos. Às vezes somos tão tocados por um livro que esquecemos que o autor muito provavelmente também aprendeu com ele. O que A Guerra que Salvou a Minha Vida lhe ensinou durante o processo de escrita?

Eu achava que já entendia o poder transformador do amor, mas aprendi mais sobre ele enquanto escrevia essa história – não só isso, mas também o quão satisfatório é ver outra pessoa se curando e florescendo.


Fiz esse vídeo mostrando como está esse livro por dentro e com alguns comentários sobre a história 


terça-feira, 11 de abril de 2017

Camiseta com ilhós


Hey hey pessoas
Quem está antenado na moda já sabe que deram uma repaginada nas camisas e elas estão de volta com tudo, e como sempre bem carinhas
E então porque não  pegar uma camisa sua, do namorado ou irmão e customizar?

Eu fiz com essa brusinha minha que tinha comprado lá na Trick and Treat, comprei um pedaço de ilhós, a cola de tecido eu já tinha assim como o cordão
Eu quis fazer com o decote mais curto, pois não me sinto muito a vontade com decotão, mas a partir dessa ideia você pode fazer vário modelos diferentes
Então clica no play e vem aprender a fazer a sua também :


E então me diz aí o que achou !


Veja também :

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